quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Uma Quinta. [Pearl Jam - Do The Evolution]
...Antigamente eu falava mais do que um vídeo. Mas nesta correria, sem tempo para beber nem o líquido inodoro insípido incolor, tenho que ser mais dinâmico né?
Quando a poeira baixar eu realizo atualizações dignas dos meus olhos.
=D
Flw.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Sertab Erener
Everyway that I can
Making the way for a distant coast
You say you love me and you roll your eyes
Turn to stare at the empty skies
I thought it was over and we passed all that
All we've done is to pass back to frame number one
Come on now, now
I wanna show you all again what it would be like
If you just let go and let me love you
Every way that I can
I'll try to make you love me again
Every way that I can
I'll give you all my love and then
Every way that I can
I'll cry, I'll die
Make you mine again
Hold me closer, oh, so good
You make me feel just like I should
I know what you're thinking, aha, good
Now the rest of the world is overruled
Tell me what you see in other girls all around
Come on closer and tell me what you don't find here
Come on now, now
I wanna give you everything, you've been missing out
Just let go and let me love you
Every way that I can
I'll try to make you love me again
Everyway that I can
I'll give you all my love and then
Every way that I can
I'll cry, I'll die
Make you mine again
I'm in love with you
I'll do all you want me to
You make me wanna huh-huh
Make me wanna huh-huh-huh
I'm in love with you
I'll do all you want me to
You make me wanna huh-huh
Make me wanna huh-huh-huh
Nothing in the world that could stop me, no sir
Nothing in the world that could stop me, no sir
Nothing in the world that could stop me, no sir
Nothing in the world that could stop me, no sir
Ooh... no no no no no!
Every way that I can
I'll try to make you love me again
Every way that I can
I'll give you all my love and then
Every way that I can
I'll give you all my love and then
Every way that I can
I'll cry, I'll die
Make you mine again
Senle ben uzun zaman önce
Aski kendimize oyun ettik
Hep yakin oldukca uzaklastik
Ben kendimi bile taniyamaz oldum
Sen üzülme diye aman iyi ol diye
Hayallerindeki su kusursuz kadin oldum, EVET oldum!
Sen üzülme diye hep iyi ol diye
Ayni sözler, ayni sarki
Everyway that I can
I'll try to make you love me again
Everyway that I can
I'll give you all my love and then
Everyway that I can
I'll cry, I'll die
Make you mine again
Senle ben uzun zaman olduk
Rollerimizi kabullendik
Mutlumuyduk haha tabii
Bilki oynayan tek bendim
Sen üzülme diye aman iyi ol diye
Hayallerindeki su kusursuz kadin oldum, EVET oldum!
Sen üzülme diye hep iyi ol diye
Ayni sözler, ayni sarki
Everyway that I can
I'll try to make you love me again
Everyway that I can
I'll give you all my love and then
Everyway that I can
I'll cry, I'll die
Make you mine again
Tamam mi? Devam mi?
Aklim karisik
Ama seni hala, hemde cok hala
Gideyim mi? Kaliyim mi?
Of cok karisik
Ama seni hala, hemde cok hala
Uzun zaman oldu
Ayni sarki
Uzun zaman oldu
Ayni sözler
Ayni sarki
Ayni sözler
No No No
Everyway that I can
I'll try to make you love me again
Everyway that I can
I'll give you all my love and then
Everyway that I can
I'll cry, I'll die
Make you mine again
sábado, 9 de janeiro de 2010
Teste seu subconsciênte

Bah, clica aí pra fazer seu teste =)
http://clientes.netvisao.pt/aalipiom/Speedy/teste_subconsciente.htm
E sinta-se lido.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
O fim do começo,
Certo, certo...Clima de férias após a realização das provas da UFPE, ENEM, e cia LTDA?
Pensando já em 2010 como algo palpável e repetidamente diferente a 2009?
Já programou seus acontecimentos mais remotos e íntimos?
...quantas respostas você daria?
Hein?
=)
E por falar em UFPE, a prova de português 2 trouxe isso de Raquel de Queiroz:
Pergunta-me com muita seriedade uma moça jornalista
qual é o meu maior desejo para o ano de 1950. E a
resposta natural é dizer-lhe que desejo muita paz,
prosperidade pública e particular para todos, saúde e
dinheiro aqui em casa. Que mais há para dizer?
Mas a verdade, a verdade verdadeira que eu falar não
posso, aquilo que representa o real desejo do meu
coração, seria abrir os braços para o mundo, olhar para
ele bem de frente e lhe dizer na cara: Te dana!
Sim, te dana, mundo velho. Ao planeta com todos os seus
homens e bichos, ao continente, ao país, ao Estado, à
cidade, à população, aos parentes, amigos e conhecidos:
danem-se! Vou para longe me esquecer de tudo, vou a
Pasárgada ou a qualquer outro lugar.
Isso eu queria. Chegar junto do homem que eu amo. [...]
Chegar junto ao respeitável público. (...) Chegar junto à
pátria e dizer o mesmo: o doce, o suavíssimo, o libérrimo
Te dana! Dizer Te dana! ao dinheiro, ao bom nome, ao
respeito, à amizade e ao amor. Desprezar parentela,
irmãos, tios, primos e cunhados, desprezar o sangue e os
laços afins, me sentir como filho de oco de pau, sem
compromisso nem afetos.
Mas não faço. Queria tanto, mas não faço. O inquieto
coração que ama e se assusta e se acha responsável
pelo céu e pela terra, o insolente coração não deixa. De
que serve, pois, aspirar à liberdade? O miserável coração
nasceu cativo e só no cativeiro pode viver. O que ele
deseja é mesmo servidão e tranquilidade: quer
reverenciar, quer ajudar, quer vigiar, quer se romper todo.
Tem que espreitar os desejos do amado, e lhe fazer as
vontades, e atormentá-lo com cuidados e bendizer os
seus caprichos, e dessa submissão e cegueira tira sua
única felicidade.
Tem que cuidar do mundo e vigiar o mundo, e gritar os
seus brados de alarme que ninguém escuta e chorar com
antecedência as desgraças previsíveis e carpir junto com
os demais as desgraças acontecidas; não que o mundo
lhe agradeça nem saiba sequer que esse estúpido
coração existe. Mas essa é a outra servidão do amor em
que ele se compraz – o misterioso sentimento de
fraternidade que não acha nenhuma China demasiado
longe, nenhum negro demasiado negro, nenhum ente
demasiado estranho.
(...) E assim, em vez da bela liberdade e da solidão, a
triste alma tem mesmo é que se debater nos cuidados,
vigiar e amar e acompanhar medrosa e impotente a
loucura geral.
(...) Prisão de sete portas, cada uma com sete
fechaduras, trancadas com sete chaves, por que lutar
contra as tuas grades?
O único desabafo é descobrir o mísero coração dentro do
peito, sacudi-lo um pouco e botar na boca toda a
amargura do cativeiro sem remédio, antes de o
apostrofar. Te dana, coração, te dana!
(Rachel de Queiroz. As cem melhores crônicas brasileiras.
Seleção de Joaquim Ferreira dos Santos. São Paulo: Objetiva, p.
74-76. Adaptado.)
Feliz não?
=)

