Blogumulus by Roy Tanck and Amanda Fazani

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Literatura: Arcadismo


Uma das escolas preferidas. Seria mais pelas características do que pelas obras. Algum momento, é bom o refúgio, a busca do simples, do fluido natural.
Sem muito tempo para trazer novidades e momentos hilários no blog. Por quê? Porque estou atolado de provas [vestibular, concurso, no trabalho] e meus olhos só conseguem ler fichas de atualidades, funções do 2° grau, enfim, não quero trazer o Diego para encher os posts de assuntos pessoais. Quando terminar, eu continuo na Epopéia Bloguística =)

"O arcadismo é uma escola literária surgida na Europa no século XVIII. O nome dessa escola é uma referência à Arcádia, região bucólica do Peloponeso, na Grécia, tida como ideal de inspiração poética. No Brasil, o movimento árcade toma forma a partir da segunda metade do século XVIII.

A principal característica desta escola é a exaltação da natureza e de tudo que lhe diz respeito. É por isto que muitos poetas ligados ao arcadismo adotaram pseudônimos de pastores gregos ou latinos (pois o ideal de vida válido era o de uma vida bucólica).

Contexto histórico

O arcadismo, também chamado de setecentismo (do século XVIII, ou os "anos de 1700") ou neoclassicismo é o período que caracteriza principalmente a segunda metade do século XVIII, tingindo as artes de uma nova tonalidade burguesa. A primeira metade do século XVIII marcou a decadência do pensamento barroco, para a qual colaboraram vários fatores: a burguesia ascendente, voltadas para as questões mundanas, passou a deixar em segundo plano a religiosidade que permeava o pensamento barroco; além disso, o exagero da expressão barroca havia cansado o público, e a chamada arte cortesã, que se desenvolvera desde a Renascença, atingia um estágio estacionário e apresentava sinais de declínio, perdendo terreno para a arte burguesa, marcada pelo subjetivismo. Surgiram, então, as primeiras arcádias, que procuravam a pureza e a simplicidade das formas clássicas.

Na Itália essa influência assumiu feição particular. Conhecida como Arcadismo, inspirava-se na lendária região da Grécia antiga. Segundo a lenda, a Arcádia era dominada pelo deus e habitada por pastores que, vivendo de modo simples e espontâneo, se divertiam cantando, fazendo disputas poéticas e celebrando o amor e o prazer.

Os italianos, procurando imitar a lenda grega, criaram a Arcádia em 1690 - uma academia literária que reunia os escritores com a finalidade de combater o Barroco e difundir os ideais neoclássicos. Para serem coerentes com certos princípios, como simplicidade e igualdade, os cultos literatos árcades usavam roupas e pseudônimos de pastores gregos e reuniam-se em parques e jardins para gozar a vida natural.

No Brasil e em Portugal, a experiência neoclássica na literatura se deu em torno dos modelos do Arcadismo italiano, com a fundação de academias literárias, simulação pastoral, ambiente campestre, etc.

Esses ideais de vida simples e natural vêm ao encontro dos anseios de um novo público consumidor em formação, a burguesia, que historicamente lutava pelo poder e denunciava a vida luxuosa da nobreza nas cortes.

O desejo da natureza, a realização da poesia pastoril, a reverência ao bucolismo são traços marcantes da literatura arcádica, disposta a fazer valer a simplicidade perdida no Barroco.

  • Fugere urbem (fuga da cidade)
  • Locus amoenus (lugar aprazível, ameno)
  • Aurea Mediocritas (mediocridade áurea - simboliza a valorização das coisas cotidianas focalizadas pela razão)
  • Inutilia truncat (cortar o inútil - eliminar o rebuscamento barroco)
  • Neoclassicismo
  • Pseudônimos pastoris (fingimento poético para não revelar sua identidade)
  • Carpe diem (aproveite o dia)

Em Portugal

  • D. José no trono na casa do pai João
  • Período Pombalino (1750 a 1777)
  • Grandes Reformas na Economia
  • Aumento da exploração na colônia do Brasil
  • Expulsão dos jesuítas dos domínios portugueses
  • A morte de D. José, em 1777, e a queda de Pombal
  • D. Maria, sucessora do trono, tenta resolver os problemas, cada vez maiores, do Erário Real.
  • O dominio Inglês em Portugal cresce, e a dependência econômica de Portugal torna-se incontrolável.

No Brasil

Em Portugal

No Brasil

  • Publicação das Obras Poéticas, de Cláudio Manuel da Costa (1768)
  • Fundação da Arcádia Ultramarina em Vila Rica (atual Ouro Preto, MG)

Características

  • Rococó - estilo artístico situado entre o Barroco (com o qual, às vezes, é confundido) e o Arcadismo. O Rococó durou pouco mais de 35 anos. Assumiu porém, ares de padrão artístico em vários países do mundo, principalmente na américa espanhola e portuguesa.
  • Predomínio da razão - ênfase aos estatutos da razão, do conhecimento e da ciência. A beleza e o racional caminham lado a lado
  • Adoção de lemas latinos, tais como:Fugere urbem (fuga da cidade), Locus amoenus (lugar aprazível), Carpe diem (aproveita o dia), Inutilia truncat (Cortar o inútil) etc;
  • Pastoralismo ou Bucolismo;
  • Imitação de modelos artísticos greco-romanos - a obediência a regras e convenções clássicas como sinônimo de "imitação", não de cópia pura e simples. Aspectos imitados: quanto à forma (busca da perfeição formal, através da utilização de modelos literários); quanto ao conteúdo (temáticas preferenciais: amor, vida e morte, vida campestre, poesia didática ou doutrinária; recorrência à mitologia pagã);
  • Convencionalismo (Repetição de temas muito explorados e utilização de lugares comuns da literatura;
  • Idealização do amor e da mulher.

Gerais

  • Idéias Iluministas
  • Laicismo
  • Liberalismo
  • Carpe Diem
  • Antropocentrismo
  • Fugere Urbem
  • Bucolismo (vida bucólica = vida campestre, no campo)
    • Obs: Apesar do Arcadismo pregar que a vida feliz é a vida no campo e idolatrar a vida campestre e a natureza, o campo ainda é um plano de fundo, apenas. A maioria dos autores não deixam sua vida na cidade pela vida no campo.
  • Rigor formal
  • Revalorização da cultura clássica
  • Aurea Mediocritas
  • Convencionismo amoroso
  • Idealização do Sexo
  • Objetivismo
  • Sátira Política
  • Linguagem Simples
  • Uso dos Versos decassílabos, sonetos e outras formas clássicas
  • Presos à estética e à forma

No Brasil

Autores

Portugal

Brasil

Arcadismo no Brasil

Desenvolve-se no Brasil com o Arcadismo a primeira produção literária adaptada à vida da colônia, já que os temas estão ligados à paisagem local. Surgem vários autores do gênero em Minas Gerais, centro de riqueza na época. Embora eles não cheguem a criar um grupo nos moldes das arcádias, constituem a primeira geração literária brasileira.

A transição do barroco para o Arcadismo se dá com a publicação, em 1768, do livro Obras Poéticas, de Cláudio Manuel da Costa (1729-1789), um dos integrantes da Inconfidência Mineira. Entre os árcades se destacam ainda o português que viveu no Brasil e participou da Inconfidência Mineira, Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810), autor de Marília de Dirceu e Cartas Chilenas; Basílio da Gama (1741-1795), autor do poema épico O Uraguai; Silva Alvarenga (1749-1814), autor de Glaura; e Frei Santa Rita Durão (1722-1784), autor do poema épico Caramuru. Apesar do engajamento pessoal, a produção literária desses autores não está a serviço da política. A escola predomina até o início do século XIX, quando surge o Romantismo."

Ligações externas

[Fonte: internet mesmo. ^^]

Móveis Coloniais de Acajú

Taí uma banda que fui apresentado e estou degustando suas partituras. Alternativa e descompassadamente interessante.

"Resumir em poucas linhas o Móveis Coloniais de Acaju é uma tarefa das mais difíceis. Descrever a sonoridade e a energia ao vivo do grupo exigiria um espaço considerável. Além disso, ainda há o lado empreendedor dessa banda-empresa que organiza seu próprio festival, produz e vende seus produtos (camisetas, acessórios, discos, etc) e planeja suas turnês. Em linhas gerais, saiba um pouco sobre a trajetória do Móveis.

Em 1998 a banda Móveis Coloniais de Acaju surgiu com ideais que se confundem a outras bandas. Um grupo de jovens amigos que buscavam uma sonoridade singular, diversão e, quem sabe, o sucesso. Mal sabiam, naquele momento, que estavam a iniciar um dos mais ambiciosos e interessantes projetos musicais que o Brasil abrigaria.

Logo no início, adotaram o grandioso nome Móveis Coloniais de Acaju. Era sonoro, diferente e ainda permitiu que se homenageasse a obscura "Revolta do Acaju" - episódio histórico acontecido na Ilha do Bananal (?). Também no início, a ideia era ter diferentes instrumentos - gaita, trompete, escaleta, flauta, além de guitarra, bateria e baixo. Ao nome extenso e à formação esquisita, a incansável vontade de tocar e se apresentar ao vivo completavam a essência do Móveis.

Nos primeiros anos, foram muitos e muitos shows por Brasília. Bailes de formatura, festas de centros acadêmicos, shows de reggae, rock, metal... tudo! Além de Brasília, a banda se aventurou por Goiânia e São Paulo. Mas, em 2003, quando foram a única atração local selecionada para figurar o palco principal do Brasília Music Festival (abrindo para Live, Ultraje a Rigor e Charlie Brown Jr), viram que a coisa tinha que se profissionalizar.

Depois de 2003, passaram a ter mais cuidado com equipe técnica, equipamentos e a qualidade dos shows. Perceberam também a necessidade em gravar um disco - até então, além de fitas e cds demo, tinham lançado somente um EP (homônimo, de 2001). Procuraram produtores e fecharam com Rafael Ramos (que havia recém lançado a Pitty).

Idem, o primeiro disco, foi gravado em outubro de 2004 no Rio de Janeiro, no estúdio Tambor, sob o olhar de Ramos e os cuidados de Jorge Guerreiro. Foi a primeira grande experiência em estúdio. Reunia 12 das melhores composições da banda à época, que sintetizavam a "feijoada búlgara" - termo gastronômico usado pelo Móveis para explicar a mistura do rock, ska a ritmos brasileiros e do leste europeu.

O lançamento do cd aconteceu em 2005. Um marco para a banda - não somente por se tratar de um primeiro disco, mas por expandir a vontade do grupo em ampliar o alcance do seu trabalho. A partir de 2005 a banda começou a investir mais em shows fora de Brasília, percebeu que podia realizar seus próprios eventos (organizaram, em parceria com produtores amigos, a festa de lançamento de Idem em Brasília, para mais de três mil pessoas) e viu a importância de sua performance ao vivo.

Ainda em 2005 a banda viria a se destacar em sua apresentação no Curitiba Rock Festival. O mesmo aconteceu em Goiânia e São Paulo - praças já conhecidas da banda. Mas, a partir de 2006, que se intensificaram as viagens. Em pouco tempo a banda viria a fazer parte dos principais festivais brasileiros e logo o Móveis conquistou posição de destaque em todos eles. Era o desempenho ao vivo mostrando sua força. E isso se fez presente em apresentações de TV, como o especial Raul Seixas no Som Brasil (TV Globo).

A incansável vontade de tocar e ampliar seus horizontes levou a banda para uma turnê de seis shows pela Europa - Bélgica, Suíça, Rep. Tcheca e Alemanha, em agosto de 2008. Sem exceção, o Móveis foi ovacionado em todas as apresentações. Os novos ares ajudaram a banda a fechar o repertório do segundo disco, que seria gravado a partir de outubro de 2008 - com o apoio da Trama, que forneceu todo o cuidado e a estrutura para sua gravação, mixagem e masterização.

De volta ao Brasil, e desta vez com o acompanhamento (quase fraternal) de Carlos Eduardo Miranda, a banda dedicou-se ao c_mpl_te (complete) - o aguardado segundo cd. Também com 12 faixas, o álbum destaca a união, o trabalho em grupo e a consolidação da identidade sonora. Os detalhes e as canções são bastante evidentes nesse disco. Nas palavras de Miranda, "sem dúvida, um dos melhores e mais importantes discos que eu fiz na vida".

Perdas

Também em 2008, a banda sofreu duas baixas - as saídas de Leonardo Bursztyn e Renato Rojas (apesar de ter gravado todas as baterias do disco). O guitarrista, também doutorando no exterior, encontrou incompatibilidades com o grupo e optou por concluir seus estudos, além de seguir com seu projeto FarOFF (mashups e discotecagem). Renato, por sua vez, resolveu dedicar-se exclusivamente ao design, sua outra área de atuação.

Móveis Convida

O contato com as bandas, o aprendizado da estrada e o carinho por Brasília contribuíram para que a banda criasse seu próprio festival, o Móveis Convida. Da primeira edição, ainda em experiência (no fim de 2005) à última (em abril de 2009, que marcou a estreia das novas músicas) passaram mais de 20 bandas (de atrações renomadas como Pato Fu e Los Hermanos a novas promessas como Black Drawing Chalks) e um público médio de quatro mil pessoas por edição.

Só o começo

Considerada por muitos a mais importante banda independente do Brasil, o Móveis Coloniais de Acaju tem a declarar que ainda há muito a fazer. E, para isso, fazer novos shows, se apresentar na mídia, viajar, aprimorar a gestão da empresa Móveis, organizar a nova edição do Móveis Convida, estão na lista de atividades da banda-empresa."

Integrantes

André Gonzáles (voz)
BC (guitarra)
Beto Mejía (flauta transversal)
Eduardo Borém (gaita cromática e teclados)
Esdras Nogueira (sax barítono)
Fabio Pedroza (baixo)
Fabrício Ofuji (produção)
Gabriel Coaracy (bateria)
Paulo Rogério (sax tenor)
Xande Bursztyn (trombone)

Documentos


Contato

55 61 8175-1947
55 11 8120-4573
contato@moveiscoloniaisdeacaju.com.br

Assessoria de Imprensa

Fabrício Ofuji
55 61 8175-1947 imprensa@moveiscoloniaisdeacaju.com

[Fonte: Site Oficial: http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br]



domingo, 20 de setembro de 2009

Beyoncé no Reveillon 2009 - Rio!?


A cantora, dançarina, compositora, aranjadora vocal, produtora, e atriz estunidense - e se duvidar eu esqueci algo - Beyoncé Giselle Knowles (oriunda de Houston, 4 de setembro de 1981 - a pronúncia é Beônce, pois é francês '¬¬ Obrigado Helena xD) bom, rezaaaa a lenda, fará a abertura do Reveillon carioca.

Segundo a filiada da TV Globo, Verdes Mares:

"Os fãs brasileiros da cantora Beyoncé aguardam há quase 1 ano um show da cantora no Brasil, depois que ela anunciou que sua turnê passaria pelo país no fim deste ano. Pois essa promessa está cada vez mais perto de se tornar realidade.

A Prefeitura do Rio de Janeiro estaria negociando trazer a estrela para fazer um show gratuito no réveillon de Copacabana. Segundo divulgado pelo jornal O Globo, já teriam sido sondados shows com Madonna e U2, mas o contrato foi fechado com a mulher de Jay-Z.

O investimento para a festa na praia do Rio passa dos R$ 15 milhões e cinco palcos serão instalados ao longo da orla. O anúncio oficial pela Prefeitura é esperado para esta semana."
Ivete Sangalo seria a artista escolhida para abrir o show, pois se considera fã de carteirinha.
Maaas, rezam outras lendas, de que isso tudo seria mentira e uma balela da boa. Ela iria mesmo pra Europa.

Especulações a parte, ter só a possibilidade já basta :). Irado são as firulas e os falcetes que ela aredonda dos aranjos vocálicos. O que ela faz, poucos proporcionam na garganta. Não é nem o estilo que admiro [R&B] e sim a capacidade de interpretação e profissionalismo de voz.

Como o Diego curte desde o tempo Destiny's Child, façamos uma seleção de videos:

Destiny's Child - Survivor [Legendado].


Destiny's Child & Celine Dion - Emotion.


Beyoncé - Ave Maria


Beyoncé - Halo [Em um talkshow, tipo Jô Soares]


DDC em uma campanha solidária em 2005
http://www.youtube.com/watch?v=40tsuc8oztE
Flw.

Escondidinho de Charque

"Acooooooorda menino, vem cá!" (Ana Maria Braga)

À pedidos, (Mércia, Angel, Ricardo, Mirela, Marry, Iara) segue a receita do escondidinho de charque que fiz lá pro trampo.


Porções: 18. [Mas se você for repetir obviamente que é menos ^^.]
Custo: R$ 32,00


Ingredientes:


Massa:
2 Kg de macaxeira [ou na sua terra: aipim, mandioquinha, etc.].
2 potes de requeijão.
1 caixa de creme de leite.
300g de queijo mussarela [pra cobertura].

Molho Branco:
1 colher de manteiga [repito: MANTEIGA (gordura animal), e NÃO margarina(gordura vegetal)].
1 xícara de amido de milho [A tradicional Maizena].
2 xícaras de leite integral [já líquido.].
100g de queijo mussarela em tiras.
3 colheres de queijo parmesão ralado.
Sal, pimeta do reino a gosto.

Recheio:
1 Kg de charque escaldada e desfiada [sem gordura blz?].
Azeite [suficiente para refogar o recheio].
150g de polpa de tomate.
10 azeitonas sem os caroços.
Cebola, coentro, alcaparas.

Modo de fazer:


Massa: Cozinhe a macaxeira na panela de pressão até que amoleca completamente. Tire os talos e amasse no garfo. Misture os 2 potes de requeijão, o creme de leite, e tempere com sal e cebolinha beeeeem pincadinhoozinho. Reserve.

Molho Branco: (Aí você me pergunta: Pra quê molho branco? Eu lhe respondo...Normalmente a macaxeira quando vai gratinar ela fica ressecada. Então, o molho branco irá dá uma sucolência e umidade na massa e no recheio.).
Em uma panela [de preferência no fogão kkk] derreta a manteiga. Acrescente o leite, o amido, o queijo mussarela e mexa pra derreter. Depois tempere com os demais condimentos, coloque o queijo parmesão e reserve.

Recheio: Refogue em uma frigideira, o azeite e a charque. Deixe-a dourar. Em seguida coloque os demais ingredientes, lembrando que por último será o coentro. Creio que não precisará de sal, mas certifique-se.

Montagem:
Simples que nem empurrar bêbado em ladeira: No refrafário untado, siga esta ordem:
1° - Uma camada de molho branco
2° - Uma camada de recheio [essa é a mais generosa]
3° - Uma camada do molho branco
4° - Uma camada da massa
5° - Uma camada de molho branco
6° - Uma camada de recheio [mais fina]
7° - Uma camada de molho branco
8° - Uma camada de massa [mais fina]
9° - Uma camada de queijo mussarela
10° - Polvilhe com queijo parmesão ralado.

Depois? Meta no forno até dourar. Enquanto estiver no forno, pegue seu celular e ligue pra mim. Abra uma coca-cola, e vamos mandar ver xD.

Sugestões:
- Acompanha com um arroz branco, risoto, ou até puro.
- Você pode acrescentar na massa um envelope de creme de cebola.
- Substitua, se quiser, a charque por galinha desfiada, camarrão ou bacalhau.
- Falta mussarela no mercado? Não se desespere. Compre cheddar. Mas não vale fazer com queijo coalho...não fica legal.
- Na hora de gratinar, coloque um papel alumínio para cozinhar a massa...depois de uns 15min. você tira.
- Deixe a charque mergulhada no vilho tinto antecipadamente.
- Os ousados pincelam o queijo mussarela de cobertura com gema de ovo.

sábado, 19 de setembro de 2009

Scripts do mau.


Cansado dessas ligações de empresas de telemarketing? Eis aqui 10 meios de aterrorizar a pessoa que está do outro lado da linha. (Antagônico este post, mas só pra rir mesmo, que é melhor do que prantear.)



1) Quando a pessoa lhe perguntar "como vai?" responda: "Estou tão feliz que você esteja me perguntando isso! Hoje em dia ninguém mais se preocupa comigo e preciso tanto conversar com alguém... Minha artrite está me matando e meu cachorro acaba de morrer. O pior, é o meu médico que me disse..."

2) Fale à pessoa para falar MUITO devagar porque você está escrevendo tudo o que ela está dizendo.

3) Quando a pessoa disser: "Bom dia, meu nome é Francisco da empresa X", peça-lhe para soletrar o nome e sobrenome, e o nome da empresa. Faça-o repetir.
Pergunte o endereço, faça soletrar o nome da rua, o CEP. E faça repetir novamente. Peça-lhe o nome do chefe dele, o número do CGC, etc... Faça pausas longas como se você estivesse escrevendo tudo num papel. Continue a fazer perguntas pelo tempo que for necessário.

4) Quando a pessoa se apresentar (ex: "eu sou Júlia"), dê um grito: "Júlia? Oh meu Deus! É você mesma? Faz tanto tempo que não tenho notícias suas! Como é que você foi na faculdade? Você não lembra de mim?"

5) Se uma empresa de telefonia ligar para lhe oferecer descontos nos interurbanos, responda com voz sinistra: 'Não tenho amigos. Ninguém quer ser meu amigo. Ninguém quer falar comigo. Você quer ser meu amigo? Eu poderia ligar para você... Qual é teu número?"

6) Se uma administradora de cartão de crédito ligar para lhe oferecer um cartão, responda que esta oferta caiu do céu, você acabou de pedir concordata e está com um monte de dívidas, seu cheque especial foi cortado e que finalmente você vai poder fazer as compras de supermercado.

7) Diga que você está em liberdade condicional, num programa de reabilitação social para detentos violentos e que você precisa pedir à assistente social a autorização dela.

8) Depois de ter ouvido tudo o que a pessoa tem a dizer, peça-a em casamento, porque você só dá seu número de cartão de crédito a sua esposa.

9) Diga à pessoa: "Nem tente, André, eu já reconheci tua voz! Essa brincadeira é boa, mas agora não tem mais graça. E como vai a tia Joana?". Não importa o que a pessoa lhe disser, repita: "Pára com isso, André, você não percebeu que eu já te reconheci?"

10) Diga à pessoa que você está muito ocupado no momento, mas que lhe dê seu número particular que você irá ligar mais tarde. A pessoa evidentemente não vai querer lhe dar o número. Responda então: "Eu imagino que você não queira ser importunado na sua casa". Eu também não!.

Exemplo?


[Fonte: Wilton e Angel]