Blogumulus by Roy Tanck and Amanda Fazani

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Certo...

Mas, quando queremos ser amados e a tolerância é confundida - segue uma resposta que diz:

"A convivência e a paixão são trocas de interesse
Amor não
Por isso amor é completamente intransitivo
Tu amas
Independente de ser amado ou não
Mas mesmo assim ainda ama
É algo que não se tem controle, não se evita
Porém, as pessoas não sabem dar valor a isso
Se eu abro a minha boca para falar "eu te amo" com certeza a reação será responder a mesma coisa ou então uma reação ínfima
Se falo "Eu te odeio" a reação é bem mais enérgica a ponto de partir para agressão física ou de outro tipo
Engraçado como o ódio tem mais poder que o amor nesse sentido de tocar as pessoas
Um tapa no rosto significa mais que um beijo no mesmo lugar"

Bonito neh? Não não...não fui eu, ou meus sentimentos que moveram estas letras.
Digamos que seja um médico autor desconhecidamente conhecido.

Flw

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Hurra Torpedo

Já falei dos 'Hurra Torpedo' pr'oces?

Saca ae...

Hurra Torpedo - Total Eclipse Of The Heart (da Bonnie Tyler)





Hurra Torpedo - All the things she said (da t.A.T.u.)




Pois eh, então quando você der cabo de seu fogão e geladeira de 1800, tente fazer um som com eles \o.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Dezembro é...

"Dezembro é o décimo segundo e último mês do ano no Calendário Gregoriano, tendo a duração de 31 dias. Dezembro deve o seu nome à palavra latina decem (dez), dado que era o décimo mês do Calendário Romano, que começava em Março.

Em 21 de Dezembro ou data próxima, o Sol atinge o ponto mais ao Sul em sua trajetória pelo céu. É o solstício de Inverno, começo do inverno no Hemisfério Norte e do verão no Hemisfério Sul."


Ai você me pergunta: Nossa, isso mudará minha vida?

Se você imaginar que é o último mês deste ano de 2009, de forma que você terá a chance de praticar boas ações e abraços fraternais no natal e ano novo, ponto para sua impecável demagogia e polidez.

Sim, atribuir no final do ano o estímulo de alegria e prazer coletivo é um pleno disperdício de força e às vezes de dinheiro. Eu não culpo mais ao culto do capitalismo. Todos já são cientes de que isso vigora e poderá perpetuar por alguns séculos.

E viva as luzes de tungstênio!!!


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Diante do Trono

Antes de mais nada já vou falando pra você, meu caro leitor, retirar esse pré-pré-pré-conceito estabelecido de bandas gospel. Por que? Porque a análise é do lado instrumental, musical, e profissional. Por que? Porque se eu opinar no quesito religião, dará muiiiiiiiitos panos para a manga. E não é esse o objetivo deste post, neh?

A musicoterapia é [como o nome já diz] a terapia através de uso dos sons e melodias. São esses artifícios, elementares ou artificiais, que proporcionam eficácia no tratamento psicológico, na medicação e acalento da mente e alma; coadjuvante e muitas vezes como única ferramenta positiva nas intervenções dos grandes consultórios para com seus pacientes.

Bom... e fazendo um estudo rápido sobre depressão e a ação da musicoterapia como forma ''profilática'' e preventiva, percebi que as músicas com temáticas religiosas são eficientes aos indivíduos que estão com dustúrbios ou infelizes; independente do ramo, vertente ou inclinação teológica.


Uma das bandas que estou desenvolvendo estudos é com o ministério de louvor Diante do Trono, liderado por Ana Paula Valadão Bessa.

Resenhando o último e 12°trabalho do grupo, intitulado por "Tua Visão", pela gravadora Sony Music, como é de costume do ministério foi mantido a linearidade dos arranjos.

Como o próprio maestro de metais informa que essa é a intenção, para que quando os ouvintes identifiquem o estilo e a maneira melódica do Diante do Trono.

Gravado em BH, com mais de zilhões de pessoas, as melodias foram entoadas de forma a ser uma mensagem além de cunho gospel.
Cada faixa possui toque e letra capaz de tratar quem é sensível a este tipo de som, no quesito auto-estima e desencorajados.

Quem curte toques repetitivos, enfáticos com acordes harmoniosos, baixo+agudo, baixo+barito, baixo+contralto, baixo+canole etc, produzem bons resultados aliados obviamente com terapia progressiva.

Uma peculiaridade deste grupo são os agudos que sua interprete principal manipula.
São uns gasgitos, gritos mesmos, miados, gemidos, desesperos e falcetes.
Os críticos odeiam isso. Acham falta de criatividade musical. Eu olho com outro prisma: São atitudes que os ouvintes não conseguem expressar em palavras, são expressões que os pacientes não conseguem codificar.

Como o romper de um trauma, ou a libertação de laços do passado...
A música está muito além do nosso entendimento, caminhamos como lesmas quando se compara a infinidade de benevolências que ela é capaz.
Basta empregar com excelência.

Proporcionar uma qualidade de existência, reciclando conceitos, e revertendo o que seria veneno, sedativos, em ferramenta de individualidade persona; moldar sem descaracterizar.

Maiores informações: Diante do Trono
Outra recomendação interesante:
DVD Sem Palavras - Instrumental
















Flw.